• O estudo anual de pagamentos digitais da Visa (Digital Payments) revela que omobile banking tornou-se ‘nova norma’ para 62% dos europeus e 59% dos portugueses.
  • Millennials potenciam a aceitação do mobile money(86% dos europeus e 81% dos portugueses) na atividade bancária, transferências ou monitorização do saldo.
  • Os consumidores europeus sentem-se mais confiantes e seguros do que nunca ao recorrerem a pagamentos móveis

 

A adoção de dispositivos móveis para gerir dinheiro, realizar operações bancárias e efetuar pagamentos é maior do que nunca, já que 77% dos europeus e 75% dos portugueses utilizam agora os seus dispositivos móveis para acompanhar as suas finanças e realizar pagamentos diários, como contas, estacionamento e atividades de lazer. Hoje, a Visa (NYSE: V) divulgou os resultados do seu estudo anual Digital Payments[i], que analisa o comportamento do consumidor em torno dos pagamentos digitais, desde comprascontactless até compras online, bem como atitudes relacionadas com privacidade e segurança.

 

ADOÇÃO DO MOBILE MONEY CONTINUA A CRESCER

O crescente número de opções de pagamento digital através de dispositivos móveis está a incentivar os consumidores a encontrarem soluções de Mobile Money[ii] que se adaptem aos seus estilos de vida. O estudo deste ano revela que:

  • 59% dos portugueses verificam o saldo ou acedem a outros serviços através de uma aplicação bancária. O país segue a tendência da média europeia encontrando-se ligeiramente acima da sub-região dos países ocidentais* (58%).
  • Os consumidores portuguesesacompanham igualmente a tendência europeia ao sentirem-se cada vez mais confortáveis ao realizar transações através dos seus dispositivos móveis, em detrimento dos desktops e laptops, já que quase metade (48%) utiliza um dispositivo móvel para efetuar compras.
  • O mesmo se verifica na transferência de dinheiro para amigos e familiares a partir de um smartphone ou tablet (45% dos europeus e 42% dos portugueses).

 

A nível europeu, é de assinalar que mais de dois terços (68%) dos europeus usaram uma carteira digital (por exemplo, o PayPal), um serviço de card-on-file (onde o website armazena os detalhes de pagamento) ou um serviço de pagamento móvel. Este número sofreu um aumento face aos 63% em 2016.

 

Paula Antunes da CostaCountry Manager da Visa em Portugal, afirma:

“A Visa está comprometida com a inovação e em trabalhar com um amplo espectro de parceiros para garantir que os consumidores tenham acesso a pagamentos digitais fiáveis e seguros, em qualquer local onde se encontrem ou dispositivo que desejem utilizar. Estamos entusiasmados com os resultados deste estudo e com a confiança e entusiasmo que os consumidores – especialmente os Millennials portugueses -expressaram pelos novos métodos de pagamento e cobrança, na adesão aos produtos e serviços digitais que melhor se adaptam ao estilo de vida em rápido movimento.”

MILLENNIALS LIDERAM O MOVIMENTO

Os Millennials estão na vanguarda da adoção do pagamento digital sendo que 86% dos europeus inquiridos com idades compreendidas entre os 18 e os 34 anos, afirmam ser “utilizadores do Mobile Money“. Para além do facto dos millennials portugueses seguirem as tendências europeias, o potencial de crescimento nos próximos três anos é elevado:

  • 94% dos Millennials portuguesesesperam tornar-se utilizadores deMobile Money dentro de três anos (vs. 92% dos europeus), um crescimento expectável de 16% em três anos.
  • Os Millennials portugueses também são muito mais propensos à atividade bancária online: 65% dos Millennials vs 59% da média portuguesa.
  • Estes lideram a população em geral quando se trata de utilizar dispositivos móveis para transferir dinheiro para amigos e familiares com 52% dos portugueses em comparação com 42% da própria média portuguesa.

 

PREOCUPAÇÕES DE SEGURANÇA E PRIVACIDADE PERMANECEM

Ao analisar o crescimento dos pagamentos digitais, um dos principais indicadores é o aumento dos níveis de conforto com a tecnologia móvel.

  • A nível europeu, as preocupações com a privacidade diminuíram de 51%, em 2016, para apenas 46%. Em Portugal, a percentagem é ligeiramente superior, com 50%.
  • As preocupações com a segurança assistiram a uma diminuição ainda maior, passando de 65%, em 2015 e 2016, para os atuais 59%. Em Portugal, a segurança ainda é uma preocupação (64%) – a média europeia no ano passado.

 

BIOMETRIA CADA VEZ MAIS POPULAR

Dados biométricos como um método de autenticação crescem em popularidade:

  • 84% dos consumidores europeus expressam confiança na biometria como um método seguro de autenticação, acima da percentagem inferior de 59% no ano passado.Verifica-se um aumento para 86% no caso português ligeiramente acima dos países da Europa Ocidental.
  • Os Baby Boomers e Millennials europeus partilham da confiança na biometria (87% e 84%, respetivamente). Novamente, osBaby Boomers e Millennials portugueses revelam-se mais confiantes do que a média europeia quando se trata dos indices de confiança na biometria (89% em Portugal vs. 87% na Europa e 87% vs. 84% na Europa, respetivamente).
  • A impressão digital e o scan da íris são percecionados como os métodos mais seguros de autenticação biométrica na europa em geral (75% e 74%, respetivamente) assim como nocaso português (76% e 78%, respetivamente).

 

CÍRCULOS DE CONFIANÇA NOS DADOS PESSOAIS

Apesar da perceção de que as pessoas partilham excessivamente os aspetos das suas vidas pessoais nas redes sociais, osconsumidores portugueses definem uma linha clara quando se trata de partilhar dados pessoais, como o cartão de pagamento ou detalhes bancários.

  • Os membros das famílias tiveram a maior classificação de confiança em 42%, seguidos pelos bancos (36%) e agências governamentais (33%).
  • A maior parte das pessoas entrevistadas (82%) expressaram desconforto relativamente à partilha de dados pessoais sensíveis com as redes sociais, incluindo dois terços (64%) que admitem incómodo na partilha da conta bancária ou detalhes do cartão de pagamento com as redes sociais.
  • Três quintos dos entrevistados portugueses sentiram-se confortáveis ao partilhar os seus detalhes biométricos com bancos (64%) e agências governamentais (67%).
  • Menos da metade dos entrevistados europeus (42%) e portugueses (40%)não se sentiriam confortáveis em partilhar os seus dados biométricos com as redes sociais.

 

ACEITAÇÃO DO PAGAMENTO DIGITAL EM EXPANSÃO

Os retalhistas europeus instalam cada vez mais novas tecnologias que suportam pagamentos com cartões e dispositivos móveis (NFC).

  • Na Europa, as cinco categorias de retalho mais populares para pagamentos móveis são restaurantes, supermercados, circulação/ tráfego, comida e bebida de conveniência, lazer e entretenimento.
  • Ao utilizarem os seus dispositivos móveis para efetuar uma compra, os consumidores europeus gastam uma média de 9€ na loja e 38€ online.
  • Ao viajar para o estrangeiro, os europeus usaram os seus dispositivos móveis para realizar compras em 103 países em todo o mundo, demonstrando que as pessoas sentem-se seguras e confiam nos seus smartphones ou tablets quando fazem compras noutro país.